28/10/26 às 00h
Atualizado em 28/10/26 às 17h53
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Foto: Terraza U
Com saldo líquido de 1.281 empregos formais ao longo do último ano, Tijucas conquistou a 10ª colocação no ranking nacional de geração de empregos por habitante, entre municípios com população de 50 mil a 100 mil habitantes.
O levantamento é baseado nos dados do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho e Emprego, e utiliza como referência populacional os números do Censo do IBGE.
NÚMEROS POR TRÁS DO RESULTADO
Durante 2025, Tijucas registrou 15.868 admissões e 14.587 desligamentos, o que gerou um saldo positivo de 1.281 empregos formais. O salário médio de admissão ficou em R$ 2.418.
rbanismo/Ilustrativa
Com 58.695 habitantes segundo o Censo, esse saldo equivale a 2.182 empregos criados para cada 100 mil moradores, indicador que colocou a cidade entre as dez melhores do país na sua faixa populacional.
COMO O RANKING COMPARA AS CIDADES
Para que a comparação entre municípios de tamanhos diferentes seja justa, o levantamento usa o número de empregos gerados por 100 mil habitantes, e não o total absoluto de vagas. Uma cidade maior pode registrar mais contratações simplesmente por ter mais empresas e mais gente, o que distorceria qualquer comparação direta.
Ao calcular o indicador por habitante, é possível medir o impacto real da geração de empregos em cada território. Além disso, o ranking reúne apenas cidades da mesma faixa de porte, evitando que municípios pequenos ou grandes demais disputem espaço com realidades econômicas muito distintas.
QUEM LIDERA NA MESMA FAIXA
Entre as cidades com 50 mil a 100 mil habitantes, o topo do ranking em 2025 ficou com Matão (SP), com 5.130 empregos por 100 mil habitantes. Logo atrás aparecem Horizonte (CE), com 3.534; Cajamar (SP), com 3.027; e Extrema (MG), com 2.951. Tijucas, com 2.182, fechou a lista das dez melhores posições do país nessa faixa.
REVELAÇÕES SOBRE O MERCADO LOCAL
O saldo positivo ao longo do ano indica que as contratações em Tijucas cresceram em ritmo maior do que os desligamentos. Esse tipo de desempenho costuma estar relacionado à chegada ou expansão de empresas na região. A presença da cidade nesse grupo seleto serve como um reflexo do desempenho do mercado de trabalho formal catarinense e mostra que polos de geração de emprego podem surgir e crescer fora dos grandes centros.
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